A comida mais cara do mundo

Embora os preços possam variar de país para país e também consoante a altura do ano, estes são, na generalidade, os dez alimentos mais caros que pode comer (a ordem é baseada, por um lado, no preço, e, por outro, no luxo associado aos alimentos):

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Caviar beluga – O caviar é um alimento de luxo que consiste em ovas de esturjão não-fertilizadas salgadas, sem qualquer outro tipo de aditivo, corante ou conservante. As principais e mais caras variedades de caviar provêm do Mar Cáspio e seus afluentes. Regra geral, quanto maiores e mais claras forem as ovas, mais valioso é o caviar. O beluga é a variedade de caviar mais cara, com ovas de maiores dimensões e com uma cor que varia entre o cinza escuro (quase preto) e o cinza claro;
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Açafrão – O açafrão é extraído dos estigmas de flores de uma variedade de “Crocus sativus”, uma planta da família das Iridáceas. É, desde a Antiguidade, utilizado como especiaria, principalmente na culinária mediterrânica (região de onde a variedade é originária), como em risotos, caldos e massas. Hoje, é a especiaria mais cara do mundo, uma vez que para a preparação de um quilo são processadas manualmente cerca de 100 mil flores da planta, para serem retirados os seus estigmas;
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Trufas brancas – As trufas possuem um aspecto de mármore negro e bege. As trufas brancas são muito apreciadas por chefes de cozinha devido ao seu inigualável aroma. Este alimento exige um cortador específico, com lâminas ultra-finas, pois quanto mais fino for cortado, mais sabor liberta – a espessura ideal é a de uma folha de papel. As trufas de Alba (Itália), por serem as melhores, podem custar até seis mil dólares o quilo;
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Bife de Kobe – O verdadeiro bife de Kobe é produzido apenas na província de Hyogo (Japão), onde fica a cidade de Kobe. O wagyu, raça japonesa de bois da qual é extraída a carne, tem uma imensa quantidade de gordura e a peculiar maneira com que essa gordura se mistura com a carne dá aos bifes suculência e maciez incomparáveis. Os animais são alimentados com aveia, bebem cerveja e recebem três sessões diárias de massagem. Alguns criadores chegam mesmo a pôr música clássica para relaxar o gado e os massagistas usam saqué para deixar o pêlo dos animais brilhante. O custo médio internacional do bife de Kobe é de mil dólares por quilo;
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Sopa de ninho de pássaro – Os ninhos de que se fala são produzidos por um andorinhão, através da cuspidela de um composto químico que endurece ao ar. Estes ninhos são considerados uma preciosa iguaria na China e são um dos produtos de origem animal mais caros. Geralmente, os ninhos de andorinha são servidos numa sopa, mas também podem ser usados como doce e, quando combinados com água, ganham uma textura gelatinosa;
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Fugu – Também conhecido como “baiacu” ou “peixe-balão”, é a designação comum de diversos peixes da ordem dos tetraodontiformes, comuns na fauna fluvial da América do Sul e, mais especificamente, do Brasil. Na linguagem corrente, o termo é utilizado para designar as espécies desta ordem que têm a propriedade de inchar o corpo quando se sentem ameaçadas por um predador ou por qualquer outro factor;
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Foie gras – Termo que, em francês, significa “fígado gordo”, ou seja, é o fígado de um pato ou ganso que foi super-alimentado. A par das trufas, o foie gras é considerado uma das maiores iguarias da culinária francesa. Tem uma consistência amanteigada e sabor mais suave face ao fígado normal de pato ou ganso;
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Lagosta – As lagostas podem atingir tamanhos grandes (mais de um quilo) e têm uma grande importância económica, uma vez que são considerados alimentos de luxo;
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Matsutake – É o nome comum dado a um tipo de cogumelo que nasce no Japão, junto aos pinheiros akamatsu (pinheiro vermelho), por si só já uma raridade. Também chamado de “cogumelo do pinheiro”, o matsutake é um dos únicos que os japoneses não conseguem produzir artificialmente – e daí advém o luxo associado a este produto e a razão do preço tão elevado;
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Ostras – O nome ostra é usado para diferentes grupos de moluscos que crescem, na sua maioria, em águas marinhas ou relativamente salgadas. Frequentemente usadas como alimento, as ostras são consideradas afrodisíacas. Curiosidade: a ostra tem uma forma muito peculiar de se defender: quando um parasita invade a sua “concha”, a ostra liberta uma substância, a madrepérola, que se cristaliza sobre o invasor, impedindo-o de se reproduzir. Cerca de três anos depois, esse material torna-se uma pérola, usada como jóia. A sua forma depende do formato do invasor e a sua cor varia de acordo com a saúde da ostra.




25/08/2010
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