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Chinesas insatisfeitas com vida sexual ![]() Falar sobre sexo já não é um assunto-tabu entre as chinesas. Pelo contrário, estão "mais exigentes" na matéria, "consideram o sexo como primordial ao desenvolvimento pessoal" e algumas já admitem mesmo não estar satisfeitas com as suas vidas sexuais, diz o sexólogo Ma Xiaonian, autor de um estudo divulgado no Shanghai Daily.
A vida sexual das chinesas parece, contudo, ter evoluído rapidamente. Das cerca de dez mil mulheres entrevistadas, 29 por cento admitiu não estar satisfeita com a sua vida sexual – contra os 60 por cento registados na sondagem semelhante realizada no ano passado. Falta de atenção por parte do parceiro, pressão da própria vida e problemas ginecológicos são apontados como os principais obstáculos ao prazer conjugal. Entre as inquiridas, 57 por cento acredita que o sexo é muito importante na vida de um casal, enquanto 36 por cento considera importante e apenas quatro por cento diz ser irrelevante. O sexo em números 1/3 da população feminina espanhola afirma que as suas relações sexuais duram menos tempo do que o desejado. 75% das mulheres espanholas considera um problema importante os parceiros sofrerem de ejaculação precoce, mas apenas 40 por cento deles tem a mesma opinião, segundo a Associação Espanhola de Andrologia. 93% das holandesas com menos de 21 anos usam métodos contraceptivos. 73% dos jovens no Reino Unido acham insuficiente a educação sexual nas escolas e 1/3 não fala sobre sexo em casa. 35.274 das 263 mil queixas de barulho feitas por vizinhos, em Nova Iorque, tinham que ver com ruídos sexuais. 6 meses de prisão foi, na Malásia, a pena das primeiras três mulheres a engravidar antes de casar. Fonte: Visão 15/04/2010 |
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