Um neozelandês de 35 anos, não identificado por razões legais, confessou ter deliberadamente contagiado a própria mulher com o vírus da sida, enquanto esta dormia, numa noite de Maio de 2008, com recurso a uma seringa infectada. O macabro objectivo era forçar a mulher a voltar a ter relações sexuais. Agora, arrisca-se a uma pena de... 14 anos de prisão!
O casal deixou de ter relações sexuais em 2004, depois de ter sido diagnosticada a doença ao homem. Ainda assim, a mulher afirmou-se disposta a permanecer com o marido por causa dos filhos. Contudo, isso não foi suficiente para o agressor que, insatisfeito com a situação, injectou na mulher o seu sangue…
A vítima admitiu junto das autoridades ter descoberto uma marca "de picada" numa coxa e, dois dias depois, diz ter acordado com uma dor na perna e viu o marido com uma seringa. Depois de ter confirmado, em Setembro do mesmo ano, que estava infectada, a mulher confrontou o agressor, mas este não se mostrou arrependido, lamentando apenas o sucedido. "Usei a agulha contigo porque queria que fosses como eu, para poderes viver comigo e não me deixares nunca", afirmou o homem à vítima.
O suspeito está agora em prisão preventiva, a aguardar por uma sentença do Supremo Tribunal de Auckland, em Janeiro do próximo ano.






