A primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, é uma das "Mulheres do Ano", de acordo com a revista norte-americana "Glamour", numa iniciativa que, desde há vinte anos, pretende homenagear as mulheres que mais se destacaram nas áreas da Política, Ciência, Negócios, Desporto, Moda e Entretenimento.
A mulher do presidente norte-americano ganhou um prémio especial da publicação pelo seu papel como mentora para jovens mulheres. "Michelle Obama assumiu o compromisso de ajudar a próxima geração de mulheres a expandir horizontes, dando-lhes informação e inspiração para se verem como as líderes de amanhã", justifica, assim, a Glamour para a atribuição do título.
"Como primeira-dama é um papel muito importante", congratulou-se Michelle. "Sei o quanto a minha exposição pode ajudar ou atrapalhar as minhas filhas e outras meninas no país e no mundo".
Michelle tem-se destacado no papel de primeira-dama presente mas, simultaneamente, discreta, e tem participado em diversas acções sociais e solidárias, sendo vista como "o rochedo" da família Obama – como, aliás, já afirmou o próprio chefe de Estado norte-americano, admitindo que a mulher foi e é uma grande ajuda nesta nova fase das suas vidas.
A este novo título juntam-se outros também recentemente atribuídos à primeira-dama norte-americana, como o de "Mais Bem Vestida Tapete Vermelho", da revista People.
Além de Michelle Obama, foram também premiadas pela Glamour:
► a cantora Rihanna, 21 anos, pelas posições assumidas publicamente contra a violência doméstica, depois de ter sido agredida pelo cantor Chris Brown, na altura seu namorado;
► a estilista britânica Stella McCartney, escolhida quer pelas suas criações, quer por ser uma vegetariana e activista dos direitos dos animais, recusando-se a trabalhar com peles ou couros;
► a campeã de ténis Serena Williamns, que usa a sua Fundação para ajudar financeiramente estudantes universitárias americanas e jovens do Quénia;
► Laura Ling e Euna Lee, duas jornalistas que este ano foram presas quando faziam uma reportagem sobre mulheres norte-coreanas vítimas da fome;
► Maya Angelou, educadora e activista dos direitos cívicos;
► Jane Aronson, uma pediatra que apoia a causa dos órfãos a nível mundial através da Worldwide Orphans Foundation;
► Marissa Mayer, que ajudou a tornar o Google no motor de busca número 1;
► a comediante Amy Poehler, considerada uma fonte de inspiração para os jovens;
► Susan Rica, a primeira embaixadora afro-americana na ONU;
► a primeira-dama da Califórnia, Maria Shriver, que se tem batido por mudanças que consigam levar as mulheres à liderança.






