Todas as mulheres ao serviço do exército americano vão brevemente ter à sua disposição, em todas as bases dos EUA espalhadas pelo mundo, a pílula do dia seguinte. A autorização foi agora dada pelo Pentágono, após recomendação do Comité de Farmácia e Terapêuticas, em Novembro passado.
O painel médico consultivo tinha feito já uma recomendação semelhante, em 2002, negada pela Administração Bush, pressionada sobretudo por extremistas anti-aborto, que consideram aquela contracepção de emergência como uma forma de aborto.
A decisão de barrar o acesso das mulheres soldados à pílula do dia seguinte tornou-se, no entanto, mais difícil de justificar após a aprovação, pela Food and Drug Administration, em 2006, da venda do contraceptivo de emergência a adultos.






