As grávidas alvo de violência doméstica já contam com o apoio de profissionais de saúde do distrito de Bragança.
Fátima Ramos, médica responsável pelo projecto contra a violência doméstica na gravidez, lembra que “muitas situações são detectadas tarde, pois nem todas as mulheres contam os problemas ao médico”.
A solução está na ficha de despistagem, um questionário construído pelos médicos para identificar sinais de violência junto das parturientes. “Mesmo que a grávida não admita que está sujeita, podemos identificar as suspeitas”, sublinha a médica.
Esta iniciativa foi já elogiada pela secretária de Estado da Igualdade, Elza Pais. Para a responsável governamental, é necessário tomar como exemplo “esta boa prática” para se fazer um rastreio nacional junto de grávidas para detectar possíveis casos de violência doméstica.




