Um autor e uma obra decisivos para a modernidade literária portuguesa.
Nuno Bragança libertou, definitivamente, a prosa portuguesa e marcou-a na história com um "antes" e um "depois". A sua obra abriu caminho a outros escritores que, graças ao brilhante Nuno Bragança, encontram já uma Língua Portuguesa evoluída e desenvolvida.
A propósito da celebração dos 80 anos do nascimento de Nuno Bragança (12 de Fevereiro de 1929), a Dom Quixote reuniu toda a ficção do autor num único volume, glorificando a obra de um dos principais escritores portugueses do século XX.
Além dos romances A Noite e o Riso, Directa[I/] e [I]Square Tolstoi, publica-se ainda a recolha de contos a que o autor deu o nome de Estação, a novela póstuma Do Fim do Mundo e a peça de teatro radiofónico A Morte da Perdiz, até agora inédita em livro.
O seu romance A Noite e o Riso (1969) é considerado uma obra decisiva para a modernidade literária portuguesa, um texto cuja trama revela que o seu autor conhece bem a experiência surrealista, os parâmetros do "nouveau roman" francês e adora a prosa do "romance negro" americano, mas trabalha, sobretudo, para romper as "camisas de força" que, antes dele, enjaulavam em formalismos escolásticos a prosa do século XX português. E com todo o sucesso o fez. Quem veio depois encontrou novos horizontes...
Autor: Nuno Bragança
Editora: Dom Quixote
Colecção: Autores de Língua Portuguesa
Edição: 2009
Idioma: Português
Nº de páginas: 736
À venda na Bertrand.






